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30 de abril de 2011

Suécia deve cessar seus negócios com a ANNCOLV

Eduardo Mackenzie
Tradução: Graça Salgueiro

Os comunistas venezuelanos queriam impedir a deportação à Colômbia de Joaquín Pérez Becerra, cognome "Alberto Martínez", cabeça da comissão internacional das FARC. Jerónimo Carrera, chefe do PCV (Partido Comunista da Venezuela), gesticulou ante os meios de comunicação de Caracas e despachou um batalhão de advogados para que obtivessem a libertação de Pérez, que havia sido detido em 23 de abril último no aeroporto de Maiquetía, onde havia chegado proveniente da Alemanha. Porém, fracassou.

Decidido a não permitir que o presidente Juan Manuel Santos rompa a promessa de lhe entregar o narco-traficante Walid Makled, capturado por Bogotá e conhecedor dos arcanos non sanctus do poder "bolivariano", Hugo Chávez viu-se obrigado a aceitar, contra seus cálculos e compromissos, o incômodo pedido do mandatário colombiano. Tal é o privilégio de Chávez: poder operar contra suas próprias tropas quando as circunstâncias o exigem.

Após dois dias de vacilações, o déspota venezuelano ordenou o envio a Bogotá do importante quadro das FARC que havia tido a má idéia de abandonar seu esconderijo na Suécia para assistir a um encontro clandestino com as FARC.

A inteligência colombiana, que observa cada movimento desse perigoso indivíduo, havia advertido Santos sobre a possibilidade que se haveria de fazer essa captura. Quando o guerrilheiro voava sobre o Atlântico, Santos tomou o telefone e soltou o pedido a Chávez. A este não restou mais remédio do que se inclinar. Tal parece que os segredos que Makled guarda valem isso e muito mais.

Joaquín Pérez agora dorme no pavilhão de segurança máxima da Penitenciária Modelo de Bogotá, porém os adeptos da cultura da desculpa em matéria de terrorismo trabalham para ajudá-lo. Apesar de haver informado que esse indivíduo era procurado pela Interpol por estar acusado por Bogotá de "concerto para delinqüir, financiamento do terrorismo e administração de recursos relacionados com atividades terroristas", o matutino El Espectador começou a rotulá-lo como "jornalista" e a midiatizar suas alegações.

Pérez se apresenta como uma ovelha mansa, contra a qual as autoridades colombianas se comportam "ilegalmente". Diz que ANNCOL, a agência que ele dirige, é um "meio de comunicação alternativo" que encarna, como disse o PVC, o "pensamento crítico". A ONG "Nuevo Arco Iris", por sua parte, diz que ANNCOL veicula "informação" e que a captura de Pérez é só um "golpe midiático" para as FARC.

Essa detenção é muito mais do que isso. ANNCOL não é uma página web banal. Seus criadores, fanáticos leninistas, fizeram desse portal um sofisticado instrumento de organização, em nível nacional e internacional. ANNCOL difunde rumores, calúnias e insultos contra o Governo, os militares e a classe dirigente colombiana, instila calúnias e injúrias e desinforma sobre a Colômbia. ANNCOL é, pois, um instrumento de manipulação midiática. Porém, é algo mais. Sob a aparência de artigos "de imprensa", ANNCOL difunde a linha política de um movimento criminoso, distribui ordens e palavras de ordem, e difunde todo tipo de orientações.

Quem pode esquecer que ANNCOL, por exemplo, em 22 de agosto de 2009 lançou ameaças de morte contra o coronel Alfonso Plazas Vega, festejou sua brutal e ilegal transferência para La Picota e até ordenou que fosse condenado, como seria, afetivamente, dez meses mais tarde? ANNCOL aplaudiu o assassinato do governador do Caquetá, Luis Francisco Cuéllar, em dezembro de 2009, assim como a covarde matança de 14 policiais cometida pelas FARC em Doncelo, Caquetá, em 1 de setembro de 2010, onde os uniformizados, ferido a bala e explosivos, foram encharcados com gasolina e incinerados. O que ANNCOL faz é jornalismo?

Ninguém ignora que em 17 de novembro de 2010, ANNCOL anunciou que a Colômbia teria "um fim de ano intenso", pois as FARC iam "golpear as Forças Militares com contundência". Pouco depois, ocorreram os atentados de Vegalara, Huila, onde quatro civis morreram e oito policiais foram feridos. E o de Roncesvalles, Tolima, onde houve dois mortos e 12 feridos, entre eles 9 policiais. Sem dúvida, o atentado que as FARC estavam preparando contra a base aérea de Apiay, Meta, afortunadamente descoberto pelas autoridades, fazia parte desse "fim de ano intenso".

Membro das FARC há 30 anos, Pérez Becerra também estava encarregado, segundo o Ministério Público, de recolher ajuda financeira internacional para as FARC, comprar armamento para esta e manter contato com outros movimentos terroristas, como ETA.

Esses elementos serão ventilados publicamente durante o julgamento que se abrirá em Bogotá e as relações Chávez-FARC poderiam azedar. De fato, ANNCOL lançou, talvez pela primeira vez após essa deportação, "duros e inusuais ataques" ao governo de Chávez, como disse um diário de Bogotá. Em todo caso, ficará muito difícil ao Estado sueco continuar autorizando a presença de ANNCOL em seu território. A embaixada sueca em Bogotá foi posta em seu lugar pelo juiz anti-terrorista que conhece o caso, ao declarar que a dupla nacionalidade [de Pérez] "não dá a ninguém patente de corso para violar a lei" e que "não existem argumentos para que os estrangeiros tentem contornar a lei" no país.

O que a Chanceler Hoguín está esperando para exigir à Suécia cessar seus contatos com ANNCOL e fechar definitivamente esses escritórios?
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A fertilidade continua caindo

População envelhecida e consequências econômicas

Pe. John Flynn, L.C.

ROMA, domingo, 24 de abril de 2011 (ZENIT.org) - A taxa de natalidade baixa e uma população envelhecida representam um desafio econômico gigante para a Europa. Esta é uma das conclusões de um estudo publicado pela Comissão Europeia no início do mês.
O "Terceiro Informe Demográfico" apontou que o número de filhos por mulher aumentou de 1,45 no último informe, de 2008, para 1,6. Mesmo assim, continua muito abaixo dos 2,1 filhos necessários para manter uma população estável.
A esperança de vida também aumentou, o que acelera o processo de envelhecimento do continente. Em quatro países – Bulgária, Lituânia, Letônia e Romênia – a população já está diminuindo porque os falecimentos e a emigração superam o número dos nascimentos.
O informe revela ainda que a média de idade das mulheres no seu primeiro parto aumentou significativamente nas últimas três décadas. A idade mais alta para o primeiro parto, em 2009, foi medida na Irlanda: 31,2 anos. A Itália está bem próxima do índice, com 31,1 anos, enquanto a idade mais baixa está na Bulgária, com 26,6, seguida pela Romênia, com 26,9. Em 13 dos 27 países da União Europeia, as mulheres tendem a ter filhos com 30 anos ou mais.
Segundo o informe, a fertilidade pode continuar aumentando de modo marginal, superando ligeiramente a média de 1,7 filhos por mulher. Mas o documento observa que, a essa taxa, ainda será necessária uma grande afluência de imigrantes para evitar que a população se reduza no longo prazo.
Não é provável que a fertilidade suba o suficiente para atingir o nível de substituição de 2,1, ou que se reverta o envelhecimento da população da Europa, conclui o estudo.
Cerca de 5 milhões de crianças nascem por ano nos 27 países da União Europeia, e cerca de 2 milhões de pessoas emigram de países estrangeiros para o bloco. Os nascimentos superam o número de mortes em poucas centenas de milhares de pessoas por ano. A imigração, que supera amplamente o milhão por ano, explica a maior parte do crescimento da população da região.
As nações do bloco são hoje o lar de 20 milhões de pessoas que não têm a cidadania europeia. Além disso, cerca de 5 milhões de extracomunitários obtiveram a cidadania da União Europeia desde 2001. Há também a migração interna, com 10 milhões de europeus que moram em países da União que não são a sua pátria.

Mais idosos
Existem diferenças significativas entre os estados membros da União Europeia. As populações atualmente mais velhas, como a da Alemanha e a da Itália, continuarão envelhecendo rapidamente nos próximos 20 anos, mas depois se estabilizarão. Outros países, com populações hoje mais jovens, principalmente no leste da União, envelhecerão a uma velocidade cada vez maior, a ponto de terem, no ano 2060, as populações mais idosas do bloco.
O informe observa que, em 2014, a população em idade de trabalho, entre os 20 e os 64 anos, começará a diminuir rapidamente, ao se aposentarem os baby-boomers do período posterior à Segunda Guerra Mundial.
De fato, na União Europeia, o número de pessoas com 60 anos ou mais já está aumentando em mais de dos milhões por ano, o que é o dobro do observado há três anos.
A metade da população atual dos 27 estados da União tem 40,9 anos ou mais. A idade média vai dos 34,3 anos na Irlanda aos 44,2 na Alemanha. É previsto que a idade média suba para os 47,9 anos em 2060.
A população de 65 anos ou mais deverá aumentar de 17,4% em 2010 para 30% em 2060.
O resultado será uma carga cada vez maior sobre os cidadãos em idade de trabalho, que deverão pagar os gastos sociais demandados pela população envelhecida.
O fenômeno fica mais evidente ao se considerarem as previsões do número de pessoas em idade de trabalho, entre 19 e 65 anos, e ao se compararem tais números com o das pessoas dependentes (as menores de 19 e as maiores de 65).
A União Europeia tem hoje três pessoas em idade de trabalho por cada dois dependentes. Em 2060, haverá uma pessoa em idade de trabalho para cada pessoa dependente.

Estados Unidos
A Europa não está sozinha. Nos Estados Unidos, a taxa de natalidade também desceu entre 2007 e 2009, segundo os dados do Centro de Controle de Doenças.
De 2007 a 2009, os nascimentos caíram 4%, para 4.131.019, e os números parciais de nascimentos em junho de 2010 indicavam que a queda continuava.
A taxa de natalidade caiu 9% para as mulheres de 20 a 24 anos, chegando ao índice mais baixo registrado para essa faixa etária, e 6% para as de 25 a 29. Também há queda nas taxas de natalidade entre as mulheres com mais de 30 anos.
Chama a atenção que a taxa de fertilidade tenha caído mais entre as mulheres hispanas do que nos outros grupos da população.
O Population Reference Bureau, organização privada, publicou dados recentes que trazem mais luz aos números populacionais nos Estados Unidos: a quantidade de bebês nascidos no país em 2009 caiu 2,3%, e continua caindo. Isto significa que a média de nascimentos por mulher em 2009 foi de 2,01, o número mais baixo desde 1998. Com a queda dos nascimentos, o índice de fertilidade total nos Estados Unidos está abaixo do nível de substituição, de 2,1 nascimentos por mulher.
Os dados do Population Reference Bureau também mostram que, pela primeira vez em muitos anos, os nascimentos entre as mulheres solteiras diminuíram. Mas os nascimentos entre as mulheres casadas caíram mais ainda, revelando que 41% de todos os nascimentos nos Estados Unidos aconteceram no grupo das mulheres solteiras, o índice mais alto até hoje.
O ‘Bureau’ afirma que esta última queda se deve à atual crise econômica, o que difere do relatório do CDC, que assinala que os dados de nascimento por si só não são suficientes para tirar conclusões sobre as razões da queda no índice de fertilidade.
Ainda assim, o PRB observa, tanto na Grande Depressão dos anos trinta como nos difíceis momentos econômicos dos anos setenta, que seguiram à “crise do petróleo”, houve também períodos de baixa fertilidade nos EUA.
A questão é, insistia o PRB, se a fertilidade voltará quando a economia melhorar ou esses baixos índices se converterão em norma, como no caso da Europa e Canadá.

Custo
No Canadá, a baixa fertilidade foi norma durante muito tempo e, como aponta um artigo de 2 de abril do jornal ‘National Post’, isso custou caro ao governo. Os últimos dados orçamentários calculam que no período 2010-11 a 2015-16, os gastos em auxílios para os anciãos aumentará cerca de 30%.
Esta projeção de aumento anual estará muito acima do crescimento econômico previsto para o Canadá. De fato, o artigo cita dados segundo os quais o crescimento econômico pode cair até a metade do nível das últimas décadas, devido ao impacto de uma população envelhecida.
Apesar dos graves problemas causados pela baixa taxa de fertilidade e do envelhecimento, a ONU continua firme em seu objetivo de reduzir a fertilidade a todo custo. A 44ª sessão da Comissão de População e Desenvolvimento reuniu-se dos dias 11 a 15 de abril em Nova York.
O comunicado de imprensa que anunciava esta reunião enfatizava a necessidade de ampliar o planejamento familiar para reduzir com rapidez a fertilidade na África e na Ásia. Em lugar disso, talvez seria melhor considerar os graves problemas econômicos que tal redução causa em muitos países.
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Web TV para todos os sites católicos

Iniciativa de CTV, Rádio Vaticano e H2onews

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 29 de abril de 2011 (ZENIT.org) - Abre-se uma nova fronteira para os sites católicos: a possibilidade de criar, com um só click, a própria Web TV, com eventos ao vivo (como a beatificação de João Paulo II) e vídeos (notícias, entrevistas e reportagem).

Trata-se de uma nova iniciativa gratuita lançada em colaboração com o Centro Televisivo Vaticano, Rádio Vaticano e a agência multimídia H2onews.

A subscrição ao serviço é imediata e não é necessária uma preparação específica para poder utilizar a Web TV no próprio site.

A Web TV pode ser baixada em dois formatos: maxi (760x420 pixels), ideal para sites de mídia ou vídeo; e mini (330x550 pixels), ideal para sites pessoais ou sites com muito conteúdo.

Para baixar o código gratuitamente, que permite a inserção da Web TV nos sites católicos, é necessário subscrever-se diretamente a partir da página na internet de H2onews, em www.h2onews.org.
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29 de abril de 2011

Outubro vermelho também em Porto Alegre

 Eduardo Bisotto

Ex-governadora Yeda Crusius
Escrevi aqui e expliquei em uma análise detalhada porque o PT dificilmente perderá São Paulo ano que vem. Aí, lá no Twitter, prometi que escreveria sobre situação muito parecida (na verdade ainda mais encaminhada para o PT), que se passa no sul do Brasil. Também será necessário um milagre para que Porto Alegre não caia nas mãos peludas petralhas.

A gestão de José Fogaça (PMDB), que destronou os petistas de uma hegemonia de 16 anos, ia bem. Ia tão bem que Fogaça foi reeleito. E aí perdeu completamente a mão.

Se dedicando ao projeto de tomar também o Piratini, ocupada pela tucana Yeda Crusius, que por sinal ajudou Fogaça à chegar ao Palácio Municipal, Fogaça foi se descuidando cada vez mais da administração do município. Isso é tão claro que basta ver o resultado da eleição estadual em Porto Alegre: Fogaça chegou na terceira posição, atrás de Tarso Genro e da própria Yeda.

Porto Alegre, do ponto de vista urbanístico, está jogada as traças. Praças públicas que tornavam a capital gaúcha uma das mais aprazíveis do Brasil, encontram-se as traças há bem mais de três anos.

O descaso de Fogaça, que poderia ter terminado na gestão Fortunatti, prossegue de maneira que beira o assustador.

A ex-governadora Yeda Crusius deve tentar reconstruir sua carreira candidatando-se ao Paço Municipal.

Sinceramente, depois de toda a desconstrução operada de seu governo pelos petralhas mancomunados com o Grupo RBS, acho que sua vitória seria um milagre tão grande quanto a travessia do Mar Vermelho.

O PT terá o governo do Estado. O PT contará com o apoio do Grupo RBS. O PT contará com o apoio do grupo Record, que agora controla os tradicionalíssimos jornal Correio do Povo e a Rádio Guaíba.

O outubro vermelho também chegará à Porto Alegre. Tal e qual São Paulo.

Vai bem a democracia.

Vai bem o Brasil.
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Organizações de exilados pedem libertação de Peña Esclusa

RECIVEX
tradução Graça Salgueiro


Resistencia Civil de Venezolanos en el Exterior (RECIVEX), ante a violação dos direitos humanos de Alejandro Peña Esclusa, fixa posição:

1. Como cidadãos venezuelanos que, embora estejamos residenciados no exterior, não nos esquecemos de nossa pátria nem de seus valores. Solicitamos formalmente a libertação do dirigente opositor venezuelano Alejandro Peña Esclusa, não somente porque é inocente das denúncias pelas quais está sendo acusado e continua julgado, mas também pela deterioração de sua saúde devido à recaída de um câncer de próstata, pelo qual havia feito uma intervenção cirúrgica umas poucas semanas antes de sua prisão há já nove meses.

2. Como cidadãos venezuelanos que temos visto a deterioração da saúde de outros presos políticos, tais como Iván Simonovis, Lázaro Forero, María Lourdes Afiuni, Franklin Brito (que morreu em conseqüência de uma prolongada greve de fome), sem que o Ministério Público Geral da República, nem a Defensoria do Povo, organismos estes que se supõe velam pelo respeito aos direitos humanos de todos os venezuelanos tenham intervindo para salvaguardar os direitos desses venezuelanos, solicitamos aos antes citados organismos que cumpram com sua sagrada missão e autorizem a transferência de Alejandro Peña Esclusa a um centro médico, para que seja submetido a nova cirurgia, possa recuperar sua saúde e salvar sua vida.

3. Como cidadãos venezuelanos que vemos como a impunidade se impõe ante a esmagadora quantidade de mortes devidas à violência ocorridas ao longo e ao largo do país, sem que haja investigação, acusação, julgamentos, condenações, nem seu cumprimento, mas que no caso dos presos políticos há sim detenções, prisões e condenações a 10, 20 e até 30 anos de prisão por crimes que nunca foram cometidos, só por servir aos interesse do atual governo venezuelano, fazemos um chamado aos organismos internacionais que têm como missão a defesa e a luta pelo respeito dos direitos humanos, que tomem nota e peçam que as autoridades venezuelanas respeitem os direitos à saúde e à vida de Alejandro Peña Esclusa, e permitam que ele seja transferido a um hospital para que lhe seja praticado o cuidado médico necessário para a recuperação de sua saúde.

4. Como cidadãos venezuelanos que reconhecemos que a solidariedade e a humanidade são princípios que devem predominar, pedimos a nossos compatriotas no solo pátrio que juntem-se à nossa solicitação a favor de Alejandro Peña Esclusa, para que ele seja transferido a um hospital ou clínica a fim de ser tratado por especialistas em câncer e tenha a oportunidade de recuperar sua saúde.

5. Como cidadãos venezuelanos que estamos conscientes da inocência de Alejandro Peña Esclusa, lembramos às autoridades venezuelanas que a injustiça deixa marcas que podem ser letais no organismo das pessoas que, como os presos políticos foram encarcerados, além do mais em condições deploráveis. Uma dessas marcas é o câncer.

Como venezuelanos, pedimos a nossos compatriotas que além de dar mostras evidentes de solidariedade, também elevem aos céus uma oração pela saúde de Alejandro Peña Esclusa.

Resistencia Civil de Venezolanos en el Exterior (RECIVEX).

ORVEX solicita ao ministro El Aissami sua intervenção no caso Peña Esclusa
Miami, 26 de abril de 2011,
MINISTRO DE INTERIOR E JUSTIÇA

Tarek El Aissami
Ministério do Poder Popular para Relações de Interior e Justiça e Entes Adscritos
Avenida Urdaneta, Esquina do Platanal
Edificio Interior e Justiça - Gabinete do Ministro
3º Andar, Caracas - Venezuela
Fax: (58) 212-506-557

Senhor Ministro:

Preocupados pela deterioração da saúde de nosso irmão venezuelano Alejandro Peña Esclusa, que encontra-se recolhido desde há pouco mais de 9 meses nas instalações no SEBIN, localizadas nesse país, sem ainda ter sido julgado, nos dirigimos ao senhor para expor-lhe o seguinte:
Alejandro Peña Esclusa foi objeto de uma intervenção cirúrgica em 11 de junho de 2010, poucos dias antes de ser detido. Entretanto, exames médicos realizados recentemente revelam que o CÂNCER não desapareceu e que, se não for tratado de imediato, poderá fazer METÁSTASE.
O tribunal que segue a causa está inteirado da situação antes exposta desde há mais de um mês, porém não entendemos que até a presente data não ordenaram a transferência à clínica onde deseja ser atendido com caráter de cirurgia de urgência, o qual agrava a situação.
Por tudo o acima exposto, solicitamos sua diligente intervenção em tal caso, para obter o traslado imediato à clínica do médico que trata do Sr. Alejandro Peña Esclusa e ele merece, garantindo-lhe de tal forma os direitos humanos e associados à saúde estabelecidos universalmente.
Agradecidos de antemão pela imediata atenção dispensada a este caso, despede-se,

Respeitosamente,
Elio C. Aponte
Presidente
Zulay Blanco
Coordenadora de Comitê
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Adolescentes inglesas são campeãs em bebedeiras, que contribuem para gravidezes inesperadas

Hilary White, correspondente em Roma
 traduzido por Julio Severo
Blog do Julio Severo

LONDRES, Inglaterra, 26 de abril de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um relatório feito pelo instituto inglês Demos, de tendência esquerdista, revelou que a cultura de bebedeira entre as adolescentes da Inglaterra é a pior do mundo ocidental. O relatório indica que o elevado índice de bebedeira vem contribuindo para os índices extremamente elevados da Inglaterra na área de atividade sexual fora do casamento e consequentes gravidezes inesperadas.

A percentagem de jovens inglesas de 16 a 24 anos que confessam o problema de bebedeira — definido como pelo menos seis tragos tomados sucessivamente — se elevou de 17 para 27 por cento nos dez anos passados.

“As adolescentes britânicas experimentam os piores índices de bebedeira, piores níveis de inatividade física e incidências mais frequentes de gravidez na adolescência do que suas colegas europeias”, disse o relatório.
De acordo com o relatório, “mais de uma de cada dez (11 por cento) [das adolescentes] disseram que haviam feito sexo sem camisinha e a mesma proporção (11 por cento) disse que havia feito sexo que mais tarde lamentou”, enquanto estavam bêbadas.

Os ministros governamentais que comentaram sobre as descobertas do relatório apontaram para o fato de que o período de tempo do aumento coincidiu diretamente com o relaxamento das leis de licença [de uso de álcool] provocado durante o governo trabalhista de Tony Blair. Muitos ingleses estão condenando publicamente a cultura de beber 24 horas por dia que, dizem alguns, está contribuindo para o aumento do índice de criminalidade e desordem social.

O relatório, intitulado “Olhando através do espelho: a autoestima das adolescentes é mais que superficial”, também revelou que as adolescentes da Inglaterra estão significativamente menos felizes do que os adolescentes do sexo masculino. “O dobro de meninas adolescentes, em comparação com rapazes adolescentes, sofre de ‘angústia na adolescência”, o relatório disse.

O relatório fez referências a vários estudos de diversas fontes com foco no “impacto do mundo comercial no bem-estar das crianças… na sexualização dos jovens… na segurança das crianças num mundo digital… e na comercialização e sexualização da infância”.

As adolescentes são menos felizes do que eram no ano passado, e essa infelicidade aumenta nos níveis socioeconômicos mais baixos. O estudo mostrou que as adolescentes “escolhem passar tempo com amigos em vez de com a família” e que elas “valorizam o telefone em sua mochila e os computadores em seu quarto mais do que qualquer outra coisa mais”.

A Inglaterra ocupa a classificação mais baixa no índice global do UNICEF da “sensação de bem-estar” dos jovens. O relatório disse que embora os adolescentes da Inglaterra “pudessem parecer felizes, há fortes bases para julgá-los como os adolescentes menos felizes no mundo desenvolvido”.

Uma proporção significativamente mais elevada de entrevistadas do sexo feminino, em comparação com os entrevistados do sexo masculino, também disse que estavam preocupadas com seu futuro emprego e sentiam-se ‘sempre estressadas’, com sua felicidade diminuindo à medida que vão ficando mais velhas.
Para ajudar, o relatório do Demos recomendou mais intervenção do governo na vida das famílias, inclusive os programas de trabalho social do “Início Certeiro” para crianças em idade pré-escolar, com base no “princípio do universalismo progressista” para o Estado assistencialista.

“O último governo trabalhista (1997–2010) estava muito ativo no desenvolvimento e discussão de uma política de juventude de orientação intervencionista… os ministros estavam seguros de que o Estado tem um papel ativo na provisão de serviços e na garantia das devidas intervenções quando a educação das crianças em casa sai errada”, disse o relatório.
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Pastor sofre perseguição por ajudar mãe e filha a escaparem da insanidade estatal pró-homossexualismo

Julio Severo

Lisa Miller e sua filha Isabella

O Pr. Timothy David Miller, de 34 anos, teve de pagar fiança de 25 mil dólares para aguardar seu julgamento em liberdade. O crime dele? Ele ajudou Lisa Miller e sua filha de 9 anos a fugir dos Estados Unidos. Com a colaboração de vários contatos missionários, o Pr. Timothy pôde garantir a segura saída de mãe e filha para um país da América Central. Se for condenado, o pastor irá para a cadeia.

O caso de Lisa Miller coloca em destaque como o poder estatal está agora a serviço do movimento gay e contra a família.

Anos atrás, Lisa se “casou” com a lésbica Janet Jenkins, tendo uma filha por inseminação artificial. Jenkins não teve nenhuma participação biológica, enquanto Miller foi a real mãe da menina.

Contudo, depois de anos de brigas e um relacionamento tempestuoso, Lisa aceita Jesus e resolve deixar o “casamento”. Janet, furiosa, exige a custódia da menina. A mãe tenta uma apaziguação, deixando, por pressão de um tribunal, a lésbica ficar com a menina durante um dia por semana. A menina voltava das visitas com vontade de se matar, contando como era obrigada a tomar banho nua com a lésbica.

Ao rejeitar enviar a filha para outras visitas, Lisa foi intimada a entregar a criança em custódia total para sua ex-parceira lésbica. Sob essa ameaça, Lisa se escondeu e o Pr. Timothy David Miller e outros missionários criaram uma rede para possibilitar a espetacular fuga dos Estados Unidos.

Entretanto, muito diferente de Lisa Miller, que conta apenas com a ajuda de alguns cristãos de bom coração, Janet Jenkins tem o apoio de poderosos grupos homossexuais, que contam com um favor formidável do governo dos Estados Unidos.
Com a pressão de grupos homossexuais e esquerdistas, o FBI, que é a polícia federal dos EUA, foi acionado. Agora, uma mãe e sua filha estão sendo brutalmente caçadas por um Estado a serviço da ideologia gay. O caso da menina está sendo oficialmente tratado pelo governo dos EUA como sequestro, colocando a própria mãe como criminosa, enquanto a imprensa está colocando a lésbica no pedestal.

Será que a polícia federal americana está tão ociosa, sem nenhum terrorista ou outro perigoso criminoso para caçar, que lhe sobre tanto tempo para ir atrás de uma mãe e sua menina?

Nesse cenário digno de uma Alemanha nazista ou União Soviética, a mãe verdadeira ficará atrás das grades e o Estado entregará a menina diretamente nos braços da lésbica.

Na Alemanha nazista, os judeus eram caçados por um brutal e injusto sistema estatal, mas uns poucos cristãos, arriscando o próprio pescoço, ousavam esconder e proteger judeus.

O comportamento do Pr. Timothy David Miller, que faz parte da tradição cristã de ajudar os oprimidos contra os opressores, se enquadra agora como conduta criminal para um Estado a serviço dos caprichos de militantes obcecados com a sodomia.
Anos atrás, ser cristão era só uma questão de abrir a boca e mencionar. Ser cristão agora, cada vez mais, será motivo de prisão, se tivermos a intenção de praticar o verdadeiro Cristianismo, que defende e esconde os oprimidos, mesmo quando os opressores rugem e ameaçam com todo o poder que têm.
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Bispos franceses apoiam duas organizações de aborto na América Latina

Matthew Cullinan Hoffman
traduzido por Julio Severo
Blog do Julio Severo

FRANÇA, 18 de abril de 2011 (Notícias Pró-Família) — A hierarquia católica francesa está apoiando pelo menos duas organizações de aborto na América Latina por meio de sua agência internacional de desenvolvimento, conforme LifeSiteNews ficou sabendo.

O Comitê Católico contra a Fome e para o Desenvolvimento (Comité Catholique contre la Faim et pour le Developpement ou CCFD), que é sustentado em parte por dinheiro coletado em paróquias francesas durante a quaresma, está apoiando a organização feminista pró-aborto INDESO Mujer na Argentina, e também a organização pró-aborto Centro de Estudos Sociais e Culturais Antonio de Montesinos, de acordo com o site do CCFD.

As duas organizações foram desmascaradas por Jean-Pierre Moreau, autor do livro “Terrorismo Pastoral”, que critica a influência da Teologia da Libertação na França. Em seu blog com o mesmo nome, Moreau comenta que seu livro anterior, “Igreja e Subversão”, revelou em primeira mão organizações pró-aborto financiadas pelo CCFD em 1985, e acusa a organização de continuar a política. As recentes revelações inéditas de Moreau foram republicadas na blogosfera francesa em meio a pedidos para que o CCFD seja boicotado.

A própria investigação de LifeSiteNews verificou que, de acordo com o próprio site do CCFD, as organizações estão entre suas beneficiadas, e que ambas estão fortemente envolvidas em ativismo pró-aborto.

Ativismo pró-aborto na Argentina

INDESO Mujer, que significa Instituto de Estudos Legais e Sociais sobre Mulheres, vem sendo financiado por pelo menos vinte anos pelo CCFD, e recebe dinheiro para o “desenvolvimento de relações entre homens e mulheres para mais igualdade” (veja a lista oficial dos beneficiados do CCFD na página 5). O CCFD não registra o tamanho da doação para essa organização.

A primeira página do site de INDESO Mujer contém uma seção sobre “Direitos Sexuais e Reprodutivos” que inclui “o direito ao aborto seguro e legal”.

Na mesma página a organização também faz a defesa de posturas que são contrárias a outros aspectos da moralidade sexual sustentados pela Igreja Católica, inclusive “acesso à contracepção segura e eficaz” e uma grande variedade de “direitos” que inclui “prazer sexual, que inclui masturbação” e o direito à “livre associação sexual” com outros.

A página faz anúncio da participação de INDESO Mujer na 28ª Campanha Anual pela Descriminalização do Aborto na América Latina e Caribe, e oferece um livro online sobre “direitos sexuais e reprodutivos” que faz a defesa dos lemas “educação sexual para decidir, anticoncepcionais para se evitar o aborto e aborto legal para se evitar a morte” e “aborto legal, seguro e livre”. (pág. 21, 19 de pdf).

O mesmo manual afirma que as pessoas têm um direito às “relações sexuais independente da idade, estado civil ou modelo familiar” e um direito a uma “sexualidade prazerosa e recreativa independente da reprodução”. (pág. 24, 22 de pdf)

Além disso, a organização dá o link para uma edição de sua revista “La Chancleta”, que é dedicada à defesa dos “direitos sexuais e reprodutivos”, inclusive o aborto.

Moreau discute o apoio do CCFD ao INDESO Mujer num vídeo postado em seu blog, que pode ser encontrado aqui.

Ativismo pró-aborto no México

O CCFD também apoia a organização pró-aborto Centro de Estudos Sociais e Culturais Antonio de Montesinos (Centro de Estudios Sociales y Culturales Antonio de Montesinos) de acordo com sua lista oficial de beneficiados, página 7. O propósito do financiamento é também alistado como a promoção da “igualdade” entre homens e mulheres.

O Centro Montesinos é membro do Observatório Eclesial, uma organização que se opõe ao ensino da Igreja Católica sobre a vida humana e a família. Entre os membros do Observatório Eclesial estão também quatro outros grupos, inclusive “Católicas pelo Direito de Decidir”, uma organização denunciada várias vezes por bispos católicos por apoiar a legalização do aborto e distorcer o ensino da Igreja sobre o assunto.

O Observatório Eclesial faz pressões políticas e legais para que o aborto seja legalizado no México, e lançou um panfleto apoiando a legislação de aborto legal da Cidade do México em 2008, intitulado “Aborto: aspectos sociais, éticos e religiosos”, que denunciou a Igreja Católica por sua oposição ao aborto.

Na página 3, o panfleto diz que embora o aborto não seja bom em si, “o prosseguimento de uma gravidez não planejada ou indesejada, que muito provavelmente representa uma ameaça à vida física e mental da mulher, do casal, da família e até da sociedade, não pode também ser considerado desejável”.

“A oposição da hierarquia católica e de algumas associações civis à interrupção legal da gravidez, sem levar em consideração as circunstâncias, constitui falta de compreensão e falta de conhecimento atualizado sobre o assunto, e também falta de caridade e misericórdia”, o panfleto declara na página 15.

O nome do Centro Montesinos, junto com Católicas pelo Direito de Decidir, aparece na página 2.
LifeSiteNews verificou que o Centro é também signatário de um relatório pró-aborto que foi também assinado por grupos apoiados pela Organização Católica de Desenvolvimento e Paz (D&P) do Canadá: O Relatório das Organizações da Sociedade Civil sobre a Situação dos Direitos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais do México (1997-2006) (Informe de organizaciones de la sociedad civil sobre la situación de los derechos económicos, sociales, culturales y ambientales en Mexico).]

Conforme reportagens de LifeSiteNews do passado, o relatório declara que é “urgente e necessário que se façam avanços em todos os estados com o objetivo de ampliar a base dos abortos legais com o propósito de nivelá-los no pais inteiro” (página 189 do pdf, 188 do documento), e repete o mesmo sentimento na página 104 do documento. Na página 134 do documento há a defesa da realização de abortos em hospitais públicos. O Centro Antonio de Montesinos assinou o relatório como um “apresentador” em vez de meramente como um grupo que “apoia” o relatório.

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4, rue Jean Lantier
75001 Paris
Tel : 01 44 82 80 00
Fax : 01 44 82 81 43
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